{"id":5278,"date":"2016-12-29T17:41:00","date_gmt":"2016-12-29T17:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/beatrizazevedo.com\/?page_id=5278"},"modified":"2020-02-08T22:41:09","modified_gmt":"2020-02-08T22:41:09","slug":"criticas-sobre-os-livros","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/beatrizazevedo.com\/en\/criticas-sobre-os-livros\/","title":{"rendered":"Cr\u00edticas sobre os livros"},"content":{"rendered":"<p>\u201cTive o prazer de conhecer Beatriz Azevedo quando ela assistiu um curso que Alexandre Nodari e eu demos no Museu Nacional em 2012, \u201cDo matriarcado primitivo \u00e0 sociedade contra o Estado e al\u00e9m. Cartografia da hip\u00f3tese antropof\u00e1gica\u201d. Oswald de Andrade era, obviamente, o personagem principal \u2014 o convidado de honra, digamos assim \u2014 do curso. Beatriz nos ajudou imensamente, com seu conhecimento t\u00e3o extenso como profundo da obra e da biografia de Oswald.<br \/>\nAntropofagia \u2013 Palimpsesto Selvagem \u00e9 talvez a primeira leitura realmente microsc\u00f3pica do Manifesto Antrop\u00f3fago, texto fundacional para a sensibilidade cultural contempor\u00e2nea, tanto \u201caqui dentro\u201d como, cada vez mais, \u201cl\u00e1 fora\u201d.&nbsp;&nbsp; O livro de Beatriz Azevedo \u00e9 um close reading de valor hist\u00f3rico, did\u00e1tico e anal\u00edtico inestim\u00e1vel.<br \/>\nEm um verdadeiro trabalho arqueol\u00f3gico, a autora recobra muitas das fontes esquecidas ou ignoradas das abundantes alus\u00f5es enigm\u00e1ticas (sobretudo para o leitor de hoje) contidas no Manifesto; comenta e elucida linha a linha, aforismo a aforismo, esse texto extraordinariamente complexo, por baixo \u2014 palimpsesto \u2014 de sua concis\u00e3o telegr\u00e1fica e sua alegre ferocidade lapidar; destaca-lhe a arquitetura r\u00edtmica, verbal como visual, sua (a)gramaticalidade po\u00e9tica e sua radicalidade pol\u00edtico-filos\u00f3fica; persegue, na produ\u00e7\u00e3o posterior de Oswald, os fundamentos, os desenvolvimentos, as explica\u00e7\u00f5es \u2014 no sentido literal de desdobramento do que estava implicado, impl\u00edcito, compactado \u2014 e as retomadas em modo dissertativo ou conversacional das teses, revolucion\u00e1rias ent\u00e3o como revolucion\u00e1rias hoje e amanh\u00e3, enunciadas, ou melhor, anunciadas no Manifesto.<br \/>\nO livro de Beatriz Azevedo, somando-se \u00e0 j\u00e1 vasta \u201coswaldiana\u201d, acrescenta-lhe uma camada de coment\u00e1rio destinada a se tornar refer\u00eancia obrigat\u00f3ria para todo estudante ou estudioso da obra deste que \u00e9, sem a menor sombra de d\u00favida, um dos maiores pensadores do s\u00e9culo XX\u201d.<br \/>\n<strong>EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO <\/strong>Antrop\u00f3logo<br \/>\n[pref\u00e1cio a Antropofagia Palimpsesto Selvagem]<\/p>\n<p><strong>Coisa de artista<\/strong><br \/>\n&#8220;Mas, como se isso n\u00e3o fosse pouco, \u00e9 \u00e0s antenas da artista, desses \u201csism\u00f3grafos sensibil\u00edssimos dos desvios f\u00edsicos da massa\u201d, como definia Oswald, que devemos os maiores achados do livro. Como boa musicista, Beatriz Azevedo atende ao \u201cmundo orecular\u201d do Manifesto, lendo-lhe os \u201csinais\u201d. Desse modo, ela descobre como o aforismo \u201cFizemos Cristo nascer na Bahia. Ou em Bel\u00e9m do Par\u00e1\u201d \u00e9 refer\u00eancia direta a um maxixe composto por Sebasti\u00e3o Cirino e Duque, num \u201cprocedimento de impregna\u00e7\u00e3o da cultura popular na literatura modernista\u201d, que \u201cagrega o importante elemento afro-brasileiro\u201d, j\u00e1 presente em Pau Brasil. Ademais, a proposta de ouvir o Manifesto possibilita-lhe elucidar n\u00e3o s\u00f3 seu conte\u00fado, mas tamb\u00e9m a sua forma (no que talvez seja a sua grande contribui\u00e7\u00e3o, se formos destacar uma), atentando para os \u201crefr\u00f5es\u201d, \u201cmantras\u201d, a \u201carquitetura de ecos\u201d que serve para \u201cfundir a dimens\u00e3o espa\u00e7o-temporal\u201d, criando o contexto do texto, o \u201cmatriarcado de Pindorama\u201d e evocando a \u201cvivacidade r\u00edtmica do \u00edndio\u201d, em suma, para a \u201cpartitura textual\u201d que se mostra, pelas lentes \u2014 ou ouvidos \u2014 perspicazes da autora, inclusive nos sinais gr\u00e1ficos, portadores de uma \u201cfun\u00e7\u00e3o r\u00edtmica\u201d. Por essa via, Beatriz vai trazendo \u00e0 tona a forma como o texto arma e rearma, arranja e rearranja, uma cena enunciativa, o modo como ele manifesta o antrop\u00f3fago, e como tal canibal se manifesta por meio dele&#8221;.<br \/>\n<strong>ALEXANDRE NODARI, <\/strong>cr\u00edtico liter\u00e1rio e professor da UFPR<br \/>\n[Revista Quatro Cinco Um]<\/p>\n<p>\u201cBeatriz Azevedo faz como Oswald, l\u00ea o &#8220;Manifesto&#8221; separando as partes. Ritualiza assim a leitura, oferecendo-nos os sabores mais incomuns do texto potencializados tamb\u00e9m para perturbar o paladar domesticado de nossa \u00e9poca.<br \/>\nMais do que anatomia, Azevedo nos lega uma curadoria, ou melhor ainda, uma &#8220;curanderia&#8221; com o texto de Oswald. Os protocolos acad\u00eamicos s\u00e3o purificados de sua pompa doentia.<br \/>\nEntendemos que a import\u00e2ncia da antropofagia est\u00e1 no potencial &#8220;deseuropeizante&#8221; da cria\u00e7\u00e3o cultural brasileira. No potencial devir ind\u00edgena, um devir selvagem, aberto ao outro, descolonizante, entregue \u00e0 floresta, encontramos o desafio brasileiro.<br \/>\nPodemos ent\u00e3o come\u00e7ar por comemorar a reinaugura\u00e7\u00e3o do Brasil em uma data m\u00edtica. Se h\u00e1 462 anos se dava a devora\u00e7\u00e3o do bispo Sardinha, \u00e9 a hora de passar ao banquete e servir-se das palavras apetitosas de Beatriz Azevedo. Assim como Morubichaba ao devorar o seu assado, posso garantir que \u00e9 gostoso\u201d.<br \/>\n<strong>MARCIA TIBURI<\/strong>, escritora e fil\u00f3sofa.<br \/>\n[ILUSTR\u00cdSSIMA, Folha de S.Paulo]<\/p>\n<p>\u201cFoi nesse cen\u00e1rio que me pus a ler &#8220;Antropofagia &#8211; Palimpsesto Selvagem&#8221;, de Beatriz Azevedo. Fiquei pensando que o resto do mundo devia olhar um pouco para o Brasil.<br \/>\nBeatriz Azevedo l\u00ea o Manifesto como um palimpsesto, &#8220;pergaminho que, reescrito diversas vezes, acaba resultando em uma somat\u00f3ria de tempos diversos\u201d.<br \/>\nFalta ao mundo de hoje ler Oswald de Andrade. Angela Merkel deveria ler Oswald. Marine le Pen deveria ler Oswald. Donald Trump deveria ler Oswald. Os brit\u00e2nicos que votaram pelo Brexit deveriam ler Oswald. E n\u00f3s mesmos dever\u00edamos ler Oswald e sua filosofia antrop\u00f3foga. Aprender a devorar o outro n\u00e3o no sentido de massacr\u00e1-lo, destru\u00ed-lo, mas para nos tornarmos mais complexos, plurais. Para nos tornarmos Outros.<br \/>\n<strong>TATIANA SALEM LEVY<\/strong> doutora em letras e escritora.<br \/>\n[Jornal VALOR]<\/p>\n<p>A cantora, compositora e ensa\u00edsta Beatriz Azevedo escreve com uma interpreta\u00e7\u00e3o inovadora, pol\u00eamica e provocadora. Com a liberdade de artista e a voracidade de antrop\u00f3faga, Beatriz Azevedo revisitou as ideias de Oswald de Andrade e escreveu um livro que j\u00e1 nasceu na condi\u00e7\u00e3o de cl\u00e1ssico sobre o tema: Antropofagia \u2013 palimpsesto selvagem (Cosac Naify).&nbsp; Ela retomou o Manifesto antrop\u00f3fago, de Oswald de Andrade, frase por frase, palavra por palavra, para oferecer um banquete de ideias, a um s\u00f3 tempo, saboroso, pol\u00eamico e provocador.<br \/>\n<strong>SEVERINO FRANCISCO<br \/>\n[<\/strong>Correio Braziliense]<\/p>\n<p>\u201cA poeta, compositora e pesquisadora Beatriz Azevedo tem sido voz ativa na divulga\u00e7\u00e3o das ideias e ideais de Oswald. Fascinada pela pot\u00eancia do manifesto, deglutiu p\u00e1ginas e p\u00e1ginas, por anos, at\u00e9 conceber um livro: Antropofagia palimpsesto selvagem. A obra \u2013 bel\u00edssimamente editada pela Cosac Naify, com capa desenhada por Tunga \u2013 destrincha o Manifesto antrop\u00f3fago.<br \/>\n&#8216;Antropofagia palimpsesto selvagem&#8217; \u00e9 uma minuciosa an\u00e1lise do manifesto criado por Oswald de Andrade. A autora descreve o percurso trilhado por Oswald, contextualiza as refer\u00eancias hist\u00f3ricas, dimensionando-as e distiguindo que os postulados carregam de circunstancial ou atemporal. Beatriz concebeu o livro em estrutura de refei\u00e7\u00e3o, um card\u00e1pio que come\u00e7a com aperitivo, entrada, primeiro prato e chega at\u00e9 o prato principal. Nesta parte, a autora se dedica a comentar, um a um, os 51 aforismos que comp\u00f5em o Manifesto antrop\u00f3fago. Em seguida, se concentra em apontar a polifonia e as m\u00faltiplas dire\u00e7\u00f5es contidas no texto. Mais do que determinar uma ou outra interpreta\u00e7\u00e3o, a obra lan\u00e7a luzes sobre o processo, sempre em muta\u00e7\u00e3o, da obra oswaldiana.<br \/>\nCertamente, o olhar renovado de Beatriz Azevedo sobre o Manifesto antrop\u00f3fago vem em boa hora. Inconformista, idealista e eterno provocador, Oswald de Andrade e sua antropofagia se faz mais urgente do que nunca. Afinal, \u201ctupi or not tupi that is the question\u201d.<br \/>\n<strong>PABLO PIRES<br \/>\n[<\/strong>O Estado de Minas]<\/p>\n<p>A poeta Beatriz Azevedo \u00e9 arrepiante. Isto \u00e9, ela vai fundo na ess\u00eancia do ser, mas sem nunca perder as perfei\u00e7\u00f5es da forma. Ao lado do seu grande esp\u00edrito poeta, sentimos nela a leitora voraz, super-informada, super interessada em tudo, agitadora cultural contempor\u00e2nea. Do seu disco de poemas bum bum do poeta&nbsp; at\u00e9 o happening sacro-profano peripat\u00e9tico poema-de-ch\u00e3o nota-se um denominador comum: diamantina e reluzente andando como se fosse bailarina da sabedoria. Beatriz Azevedo n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 eterna e moderna, como \u00e9 a jun\u00e7\u00e3o e a atomiza\u00e7\u00e3o nuclear do vigor, do talento e da beleza.<br \/>\n<strong>JORGE MAUTNER<br \/>\n[pref\u00e1cio a Idade da Pedra]<br \/>\n<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cTive o prazer de conhecer Beatriz Azevedo quando ela assistiu um curso que Alexandre Nodari e eu demos no Museu Nacional em 2012, \u201cDo matriarcado primitivo \u00e0 sociedade contra o &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-5278","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.7 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Cr\u00edticas sobre os livros | B E A T R I Z AZEVEDO<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/criticas-sobre-os-livros\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cr\u00edticas sobre os livros | B E A T R I Z AZEVEDO\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"\u201cTive o prazer de conhecer Beatriz Azevedo quando ela assistiu um curso que Alexandre Nodari e eu demos no Museu Nacional em 2012, \u201cDo matriarcado primitivo \u00e0 sociedade contra o ...\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/criticas-sobre-os-livros\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"B E A T R I Z AZEVEDO\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-02-08T22:41:09+00:00\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"7 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/criticas-sobre-os-livros\/\",\"url\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/criticas-sobre-os-livros\/\",\"name\":\"Cr\u00edticas sobre os livros | B E A T R I Z AZEVEDO\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/en\/#website\"},\"datePublished\":\"2016-12-29T17:41:00+00:00\",\"dateModified\":\"2020-02-08T22:41:09+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/criticas-sobre-os-livros\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/criticas-sobre-os-livros\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/criticas-sobre-os-livros\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/en\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Cr\u00edticas sobre os livros\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/en\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.beatrizazevedo.com\/en\/\",\"name\":\"B E A T R I Z AZEVEDO\",\"description\":\"BEATRIZ AZEVEDO - 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